terça-feira, 22 de junho de 2010

CATS MEMORY


No palco, um grande ferro velho e uma Lua Lindíssima. Morram de inveja, porque no dia dos namorados o Mino deu aquela lua só para mim!

Junto ao ferro velho, uma raça de gatos Jellicles que teriam a oportunidade de renascer, e era essa a razão pela qual a tribo de gatos Jellicles foram se reunir no ferro velho naquela noite.

Cada Jellicle gato tinha três nomes, um nome dado pelos seus donos humanos, um nome que era único e que só se encaixava pela personalidade do gato e um nome que era tão divino que somente o gato podia dar a si mesmo.

Um grande escritor francês "Minô de Oliverrá" (vocês o conhecem? hahaha) diria que o Homem tem 3 nomes: Um dado pelos seus pais, um nome dado por seus amigos e um nome dado por si próprio.

Talvez sem ter lido Jung, Minô tentava simplificar o conceito do psicanalista suíço referente ao processo da individuação, um processo através do qual o ser humano evolui de um estado infantil de identificação para um estado de maior diferenciação, o que implica uma ampliação da consciência.

Através desse processo, o indivíduo identifica-se menos com as condutas e valores encorajados pelo meio no qual se encontra e mais com as orientações emanadas do Si-mesmo.

A verdade é que estou bem longe de alcançar a minha individuação. E muito menos de descobrir o meu nome por mim mesma.
Enquanto isso, fico com as lembranças dos gatos Jellicles e da música Memory que não sai da minha cabeça!

Boa Semana a todos, e se tiverem a oportunidade, vão assistir à CATS, o espetáculo é muito bonito!

Beijos
Paty Quaresma.

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